Cálculo de Seguro-Desemprego

CLT-08 — Calculadora de Seguro-Desemprego

Faça uma estimativa do valor das parcelas e da quantidade de parcelas do seguro-desemprego considerando o salário médio e o tempo trabalhado.

1. Informações do trabalhador

A quantidade de parcelas e o tempo mínimo exigido variam conforme a solicitação.
Usado para estimar a quantidade de parcelas.
Para a 1ª solicitação, informe os meses trabalhados nos últimos 18 meses.
O seguro-desemprego formal é destinado, em regra, ao trabalhador dispensado involuntariamente.
Há exceções legais, como pensão por morte e auxílio-acidente.

2. Salários anteriores à dispensa

Se houver apenas dois ou um salário aplicável, deixe os demais em branco ou zero.
Valor estimado da parcela
R$ 0,00
Quantidade de parcelas
0
Valor total estimado
R$ 0,00
Salário médio
R$ 0,00

Resumo da simulação

Solicitação –
Salário médio considerado –
Faixa de cálculo –
Valor calculado pela fórmula –
Piso do benefício R$ 1.621,00
Teto do benefício R$ 2.518,65
Meses trabalhados nos últimos 36 meses –
Quantidade estimada de parcelas –
Total estimado –

Distribuição estimada das parcelas

Composição do benefício

Salário médio: R$ 0,00
A barra representa a relação entre o valor estimado da parcela e o salário médio utilizado na simulação.
Importante: esta calculadora apresenta uma estimativa. A concessão e o valor efetivamente pago são definidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego após a análise dos dados do trabalhador.

Como funciona o seguro-desemprego?

O seguro-desemprego é um benefício destinado a oferecer assistência financeira temporária ao trabalhador que foi dispensado sem justa causa e atende aos requisitos previstos na legislação.

Entre os principais critérios estão a situação de desemprego, a inexistência de renda própria suficiente para a manutenção do trabalhador e de sua família e o cumprimento dos períodos mínimos de trabalho exigidos conforme o número da solicitação.

Como é calculado o valor da parcela em 2026?

Para 2026, o cálculo utiliza a média dos salários anteriores à dispensa. Até R$ 2.222,17, aplica-se 80% sobre o salário médio.

Para salário médio entre R$ 2.222,18 e R$ 3.703,99, calcula-se 50% sobre o valor que ultrapassar R$ 2.222,17 e soma-se R$ 1.777,74.

Para salário médio superior a R$ 3.703,99, o benefício fica limitado ao teto de R$ 2.518,65. O valor também não pode ser inferior ao salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026. :contentReference[oaicite:1]{index=1}

Quantas parcelas do seguro-desemprego posso receber?

A quantidade depende principalmente do número da solicitação e do tempo trabalhado.

Na primeira solicitação, são previstas 4 parcelas para quem trabalhou de 12 a 23 meses nos últimos 36 meses e 5 parcelas para quem trabalhou 24 meses ou mais.

Na segunda solicitação, são 3 parcelas para 9 a 11 meses, 4 parcelas para 12 a 23 meses e 5 parcelas para 24 meses ou mais.

Na terceira solicitação ou posterior, são 3 parcelas para 6 a 11 meses, 4 parcelas para 12 a 23 meses e 5 parcelas para 24 meses ou mais. :contentReference[oaicite:2]{index=2}

Tempo mínimo para ter direito

Na primeira solicitação, é necessário ter recebido salários por pelo menos 12 meses nos 18 meses imediatamente anteriores à dispensa. Na segunda, são exigidos pelo menos 9 meses nos 12 meses anteriores. Na terceira solicitação ou posterior, são considerados os 6 meses imediatamente anteriores. :contentReference[oaicite:3]{index=3}

Qual salário deve ser informado?

A base normalmente considera os salários anteriores à dispensa. Quando houver três salários mensais no último vínculo, utiliza-se a média dos três. Se houver apenas dois ou um salário aplicável, existem regras específicas para essa situação.

Por isso, para uma estimativa mais próxima do cálculo oficial, informe os valores efetivamente recebidos nos meses considerados.

Quando solicitar o seguro-desemprego?

Para o trabalhador formal, o requerimento pode ser realizado a partir do 7º dia contado da dispensa e dentro do prazo de até 120 dias, conforme as regras aplicáveis ao benefício. :contentReference[oaicite:4]{index=4}

Exemplo de cálculo

Imagine um trabalhador com salário médio de R$ 3.000,00. Pela fórmula de 2026, o cálculo considera o excedente sobre R$ 2.222,17, aplicando 50% sobre essa diferença e adicionando R$ 1.777,74.

Assim: R$ 3.000,00 − R$ 2.222,17 = R$ 777,83. Metade desse valor corresponde a aproximadamente R$ 388,92. Somando R$ 1.777,74, chegamos a aproximadamente R$ 2.166,66 por parcela.

Aviso importante: esta calculadora é uma ferramenta de estimativa e não substitui a consulta aos canais oficiais do Governo Federal, ao Ministério do Trabalho e Emprego ou a um profissional especializado. Regras, valores e situações específicas podem sofrer alterações.